“Há chance de River reaparecer”, diz Moffat, e Alex: “Sempre direi sim”

Alex Kingston with Steven Moffat
Foto: Jay Rivers

O que parecia ter sido o fim de River Song no Especial de Natal de 2015 pode não ser de fato a última aparição da personagem, segundo o próprio escritor-chefe de Doctor Who, Steven Moffat, em entrevista publicada este mês.

DWMNa última edição da revista britânica Doctor Who Magazine (Nº. 509, de 9 de fevereiro de 2017), o produtor executivo da série encarou as perguntas dos fãs na tradicional coluna “Pergunte a Steven Moffat”.

Um dos whovians perguntou sobre a personagem interpretada pela atriz Alex Kingston: “Você sente que a história de River Song acabou?”, e Moffat respondeu o seguinte:

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Steven Moffat faz sérias confissões sobre estar à frente de Doctor Who

StevenMoffat

Alegando não estar mais feliz desde a 7ª temporada, o escritor-chefe de Doctor Who, Steven Moffat vem tentando deixar o programa, mesmo sabendo que um dia lamentará não estar mais envolvido.

Em entrevista ao Broadcast Now, no último dia 16, Moffat fez uma série de confissões sobre sua experiência ao longo de mais de 7 anos à frente do programa, revelando os motivos que o fizeram permanecer até 2017, na derradeira 10ª temporada, quando, na verdade, queria ter ficado somente até a 7ª, no aniversário de 50 anos da série.

Confira a seguir a entrevista traduzida e adaptada pelo Universo Who:

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Evento whovian LGBT terá presença de Russell T Davies e outros astros de DW

whos

A organização beneficente Pride Cymru, conhecida por produzir o maior evento de celebração à diversidade em Gales (Wales), está promovendo também um fantástico evento de Doctor Who, em parceria com o Museu Nacional de Gales, como parte das comemorações do Mês da História LGBT.

Chamado “Who’s Queer Now?“, o evento explora e celebra os mundos de Doctor Who, incluindo os spin-offs Torchwood e Class e suas importâncias para as pessoas LGBT, com a participação confirmada de alguns astros, como o primeiro showrunner da era moderna, Russell T Davies, de 2005, e o primeiro diretor da era clássica, Waris Hussein, de 1963.

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