O Cristo Redentor em “The Eleventh Hour”!

Como muita gente já apontou e eu fui perceber da terceira vez que vi a cena, o Brasil fez uma pontinha com a aparição do Cristo Redentor no episódio, durante o monólogo que foi praticamente a representação visual do “I’m the Doctor, and you’re in the biggest library in the Universe, look me up” de “Forest of the Dead”, segue o screencap:

E com certeza a semana será recheada de discussões sobre o epi, mas para mim foi o típico episódio do Steven Moffat, da melhor maneira possível, você morre de medo, ri da comédia, ri de nervoso, pensa um milhão de vezes “que frase esperta!” e quer rever uma série de cenas imediatamente só para apreciar mais um pouco o gostinho delas. E, pelo menos pra mim, conseguiu superar uma expectativa absurda. Teria melhor começo de temporada?

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Este post tem 17 comentários

  1. Se me permitem a expressão… PUTAQUEOPARIU!

    Levei 6h pra baixar o episódio com minha conexão capenga, mas… Superou MUITO a expectativa. Matt já me convenceu como Doctor. Amy também já ganhou o meu amor. Enfim.

    Eu estou HISTÉRICA! E só não vejo de novo AGORA porque são 2h30 a manhã. XD

    E só pra completar: das Companions, Amy me pareceu a que mais mereceu viajar com ele. Porra… esperar o cara 14 anos? Com desenhinhos e bonequinhos? Merece, essa merece!

    1. “Amy Pond, the girl who waited. You’ve waited long enough.” – Ainda bem que o Doutor reconhece, né?

      Imagina o quão foda deve ser ficar esperando o Doutor reaparecer? Ele, o ser mais fantástico do universo, que vai embora sem deixar recado.

      A gente, que tinha data e hora para revê-lo, já ficamos loucos, imagina a coitada da Amy?

      Aliás, para um Senhor do Tempo, o Doutor se atrasa constantemente :p

      1. “Aliás, para um Senhor do Tempo, o Doutor se atrasa constantemente :p”

        HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! MUITO!

        Mas sério, a cena da pequena Amy enchendo a maletinha de roupas me doeu na alma, porque eu ja tinha visto spoiler que ele só voltaria com ela crescida, então eu sabia que a espera dela era em vão. Nossa. ç.ç

        E ow, Amy é meio doida das idéias ou só eu notei isso? XD

    2. Concordo e todos os sentidos possíveis, e por que agora já sao 3h00…

      Achei ela um pouco tresloucada sim, naquele diferente/bom que se desenvolve ao longo da temporada…

  2. … Um addendo: Das Companions da nova era. Não assisti a série clássica ainda. XD

  3. O Doutor se identificou com a Amy.

    Acredito que ele olhou para ela, uma criança que de repente perdeu os pais, as figuras que mais amava e teve que se mudar para outro lugar e morar com uma tia que poderia tranquilamente ser denunciada ao conselho tutelar por deixar uma criança sozinha em casa como ela faz no epi, e ele se viu ali.

    Ele também foi privado, ano após ano das pessoas que gostava, a Rose, no universo paralelo, a Martha simplesmente se foi porque tinha outros planos e a Donna saiu de uma maneira dramática e a meu ver, sem volta, como se tivesse morrido.

    E ambos continuaram destemidos apesar de estarem enfrentando situações ímpares e assustadoras.

    Acho que isto foi decisivo para ele voltar, são dois solitários, acho que ele queria dar àquela criança alguém em quem confiar e de alguma forma, ela é tb uma pessoa em quem ele poderia se apoiar. =)

  4. Para mim todas as companions foram maravilhosas (inclusive a companion que não foi, Lady Cristina de Souza); cada uma trouxe um novo olhar e contribuiu, junto com outros elementos, para a série Doctor Who jamais perder o seu frescor.
    Quanto a envolvimento romântico, porém, o Doctor e Rose formaram o casal que mais gostei. Eles eram perfeitos juntos: eu os via e já vinha um sorriso no meu rosto (e, em Doomsday, muitas lágrimas…).
    Adorei a Amy e, como já foi dito em entrevistas, vem mooita coisa pela frente.

  5. Doctor Who querendo conquistar o público brasileiro! Haha, imagina uma coisa dessas. =]

    Bom, ainda não assisti. Mas me animei com os comentários muito positivos do pessoal aí.

  6. LOL.
    Tintin and a Timelord Taking Tea in Tibet.

  7. EXCELENTE! De primeira eu estranhei os efeitos especiais, o clima é muito diferente das outras temporadas. Mas foi ótimo no final das contas, senti um pouco daquele choque inicial das primeiras vezes que assisti Doctor Who.

    E Matt Smith está mais que aprovado. Pena que ele contracena com a Amelia Pound criança só em um episódio, gostei tanto dos dois juntos!

    1. LUAAAANA! Minha parça! Aquela que assistiu o episódio comigo, via skype, à 1h da manhã! (L)

      E fato, a pequena Amelia Pond era absolutamente adorável! Eles formavam uma boa dupla.

      E só adicionando um detalhe… adorei ver que o Doctor tá prestes a reencontrar a River Song e mostrou o TARDIS pra Amy abrindo a porta com um estalar de dedos. Achei propício. E lógico que isso não tá lá atoa. XD

  8. próximo episódio: The Beast Below. Credo, até parece que o Diabo vai voltar =D

  9. ADOREI O EPISÓDIO.
    *-* Foi muito emocionante, engraçado, muito bom! 😀 Matt Smith fez um ótimo Doctor, e a nova companheira parece ser muito boa também (apesar de que a pequena Amelia me cativou mais s2)! Estou ansiosa pelos próximos episódios. 🙂

  10. O Math mandou bem, mas uma nota dez para a Amy que além de ser tão doida quanto o Doctor e esperar o cara por 12+2 anos ainda é uma tremenda gatinha.

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